A ideia foi do Pingo Doce e o facto é que os portugueses, como era de esperar, aderiram de imediato a tão cativante novidade; foi vulgar que nas secções de padaria deste supermercado, cada nova remessa se esgotasse em pouco tempo.
Gostei da perspectiva e, claro, assim que o vi, comprei-o!
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27 cêntimos foi quanto custou a desilusão! A montanha pariu um rato.
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É espantoso como uma tacanhez merceeira, uma esperteza saloia de vistas curtas, pode deitar a perder um produto que tinha tudo a seu favor para singrar. Uma massa excelente com aroma e sabor antigos a bom azeite, crosta equilibrada e estaladiça, aspecto atraente, boas azeitonas de cura natural mas....... alguém quis, à boa maneira portuguezinha, poupar.
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Poupou-se nas azeitonas!
Sim, a Jerónimo Martins ou, mais provavelmente algum subalterno a querer mostrar como era esperto, decidiu cortar nas azeitonas do pão com azeitonas! Ou, mais exactamente, do pão sem azeitonas.
Cada pãozinho apresenta cinco ou seis pedacinhos de azeitona, no exterior, para se ver, para enganar! Por dentro, nada! ou antes, pão, bom pão.
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Por mim, comi os pãezinhos "com" azeitonas do Pingo Doce a acompanhar as minhas boas azeitonas alentejanas e caseiras e souberam-me divinamente.
Nota:
Senhores da Jerónimo Martins, glosando a vossa publicidade, é claro que não é bem por isto que o Pingo doce é ....... o Pingo Doce, pois não?
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