Nunca tinha assado uma abóbora inteira no forno mas a receita mandava e lá foi.
O carpaccio fi-lo de um pedaço cru que cortei a 1 mm na fiambreira e levei assim por um minuto ao forno para amolecer, já cortado, tendo ficado muito bom. Os pomodorinni confitei-os a 85ºC
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Quanto ao aroma de laranja que se pretendia, como não toquei na redução, inventei algo que ficou surpreendentemente bom e cuja dica aqui deixo: Dobrar uma casca de laranja de modo a que saia aquela nuvem de essência sobre o prato, confere um aroma delicioso a laranja fresca, de longe superior ao sabor sempre "cozido"da laranja cozinhada.
Uma entrada de êxito a preparar para o principal.
Aqui seguiu-se a receita com o espírito livre que sempre caracterizou entes encontros à mesa. Nos gnocchi nada a alterar,
Já na outra parte improvisei um pouco: a linguiça caipira virou alentejana,
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A sobremesa era algo vaga na indicação e deixou assim margem para deambular à vontade. Eu até tinha doce de abóbora feito em casa, faço sempre uns bons quilos para consumir ao longo do ano da maneira que mais adoro, a acompanhar requeijão de ovelha, à boa maneira serrana.
Voltou ao lume com dois paus de canela (eu costumo aromatizar com casca de limão) e ficou pronto.
Já o gelado deu um trabalho insano (eu não tenho sorveteira), com os cristais a terem de ser desfeitos à mão, tive várias vezes vontade de ir ao super e comprar um já feito, mas onde é que ia encontrar gelado de mascarpone e moscada?
Ao fim de várias horas de luta, lá saiu mais ou menos, mas é uma combinação que vale a pena, a noz moscada estabelece realmente a diferença e no fim, em vez de nevar o conjunto com coco ralado,
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2 comentários:
Fala, Luis.
Foi o maior prazer fazer mais uma versão do L com você.
E vamos a quarta!
Abs.
PS - Desculpe pelo sorvete! rsrs
Bem, muito afinados os pratos... Achei interessante o teu duelo com a abóbora assada e as alterações que fizeste ao receituário original. Esse gelado ficou a tinir no meu ouvido :)
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