Neste restaurante, que funciona
numa casa de família chinesa, só se fala chinês, os clientes são, na esmagadora
maioria pertencentes à comunidade chinesa em Lisboa e, come-se a verdadeira
comida dos chineses que, a propósito, é algo de tão diferente daquilo que nos
habituámos a conhecer nos restaurantes “chineses” para ocidental consumir, como
diferentes podem ser as cozinhas mexicana e transmontana.
Aos não-chineses que, como eu, se
aventuram neste espaço a todos os títulos estranho e surpreendente, é fornecida
uma lista onde pouco do que se decifra tem a esperada correspondência e onde
aos tomates anunciados frente ao 57, correspondem afinal umas beringelas
extraordinárias; tão extraordinárias que foram as responsáveis pela
transformação que em mim se deu em relação a este fruto que passei a vida a
detestar e que, obra do clandestino, agora adoro.
Ingredientes:
Beringela
Polpa de tomate
Pimento vermelho
Alhos
Pimenta
Alhos
Pimenta
Pasta de piri-piri
Tomate desidratado
Sal
Óleo de sésamo
Preparação:
Descasque e parta a beringela em
palitos finos e longitudinais.
Mergulhe-os em água por alguns minutos.
Mergulhe-os em água por alguns minutos.
Refogue em óleo de sésamo (ou
óleo alimentar) tiras de pimento vermelho, alhos, polpa de tomate, pimenta e piri-piri a gosto.
Junte a beringela e tomate desidratado triturado,
salpique de sal, e deixe fritar mexendo sempre até ver que beringela começa a ficar translúcida, o que deve acontecer muito rapidamente, para que não amoleça.
Junte a beringela e tomate desidratado triturado,
salpique de sal, e deixe fritar mexendo sempre até ver que beringela começa a ficar translúcida, o que deve acontecer muito rapidamente, para que não amoleça.