..................... Chamei-lhe caldeirada um pouco na onda maria-vai-com-as-outras, agora usa-se chamar assim a qualquer guisado, mesmo monovarietal como é o caso deste, onde a novidade foi a inclusão de mandioca fresca no lugar tradicionalmente ocupado pela batata. Consegue-se assim, porque a mandioca se desfaz mais facilmente, um molho mais grosso e apurado sem utilizar tanta batata, com algum ganho para a linha, agora que a praia vem aí e os quilitos a mais começam a gritar.
Choco (com o conteúdo dos sacos castanhos)
Cebola
Azeite
Salsa
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ou, se como eu gostar de sentir no prato a mistura entre o molho denso do guisado e o vinagre fresco da salada, no mesmo prato.
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Acompanhei com este branco de Pegões, o Dona Helena. Feito com Fernão Pires, Arinto e um pouco de Moscatel, apenas suficiente para, sem o tornar um Asti, fazer deste vinho um caso de leveza e frescura que valeu a pena conhecer.
Ingredientes:
Choco (com o conteúdo dos sacos castanhos)
Cebola
Alho
Louro Polpa de tomate
Pimento verde e vermelhoAzeite
Salsa
Sal e pimenta
Mandioca fresca Ervilhas
Alface Preparação:
Refogue num fio de azeite a cebola, alhos, pimentos, tomate e louro. Junte um copo de água fria e logo o choco, o conteúdo dos sacos castanhos e salsa;
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quando levantar fervura, tempere de sal e pimenta, tape e deixe em lume baixo até o choco estar tenro, o que demora entre 45m e uma hora.
Junte então a mandioca em pedaços pequenos e deixe ao lume até ela se apresentar quase translúcida, sinal que está cozida, altura de adicionar as ervilhas, cuja cozedura comandará o fim da confeção da "caldeirada".
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Sirva com salada de alface temperada com sal, azeite e vinagre, num prato à parte.
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Acompanhei com este branco de Pegões, o Dona Helena. Feito com Fernão Pires, Arinto e um pouco de Moscatel, apenas suficiente para, sem o tornar um Asti, fazer deste vinho um caso de leveza e frescura que valeu a pena conhecer.