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Para dar ao meu mascarpone o destino mais comum que este queijo costuma ter entre nós, abalancei-me neste fim de semana ao meu primeiro Tiramisu (e último, que eu odeio café doce!!!).
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Tal como vos disse no post anterior, o mundo está literalmente atravancado de receitas deste doce lendário, estou certo que todos os que me lêem o sabem fazer (e se não sabem, escrevem tiramisu no browser...) e portanto, não vou alongar-me em mais uma fastidiosa cópia (neste caso daqui), que, naturalmente adaptei, fundi e simplifiquei.
Há, no entanto, um aspecto que gostava de realçar e que é o da utilização do pão-de-ló em vez dos agora habituais palitos Champagne industriais. Fi-lo como habitualmente com 4 ovos e 125g de açúcar e outro tanto de farinha com fermento e ficou assim:
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Usei café 100% arábica, Colombiano, e licor de coentro, caseiro, para embeber o bolo e polvihei com cacau puro e raspas do novo Lindt 99% de cacau, um "espanto" só acessível aos incondicionais do tom amargo.
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Nota:
O "mascarpone" portou-se como se esperava, ou seja, pelo menos tão bem como o irmão viajado que parla em vez de falar. Quem conhece tiramisu não regateou elogios e o ambiente, claro, discretamente, agradeceu!